segunda-feira, 21 de março de 2016

SÍNTESE DO LIVRO DE GÁLATAS

GÁLATAS

Capítulos 1 e 2 – Paulo começou defendendo o evangelho e seu apostolado.
Capítulos 2 e 3 – Paulo ensinou a justificação do pecado vem pela fé no evangelho e não por guardar a lei de Moisés.
4:21-31 – Paulo apresentou o argumento que o cristão nasce à liberdade em Cristo e não à escravidão.
Capítulo 5 e 6 – Encerra com aplicações práticas da liberdade cristã.

Capítulo 1

1:1-7 – Paulo começa a sua carta às igrejas da Galácia abordando a questão de autoridade. Sua autoridade como Apóstolo veio diretamente de Jesus. O evangelho que Paulo pregou falou sobre a graça de Cristo, que se entregou pelos nossos pecados “para desarraigar deste mundo perverso”. Alguns perturbavam os gálatas pregando “outro evangelho”. De fato não existe “outro evangelho”, mas estavam pervertendo “o evangelho de Cristo”. Perverter quer dizer acrescentar ou diminuir sem a autoridade de Cristo.
1:8-9 – Paulo disse que qualquer pessoa que “vos pregue evangelho que vá além daquele recebido, seja anátema”. “Anátema” quer dizer “separado para ser destruído”. Qualquer pessoa que não ensina o evangelho que Cristo entregou não tem a autoridade de Cristo e será destruído.
1:10-24 – Paulo afirmou enfaticamente que o evangelho que ele ensinava não veio do homem. Se viesse dos homens, seria mais agradável a eles. Paulo está sendo perseguido por seu evangelho, até pelos próprios gálatas. Está sendo perseguido porque ele procura agradar a Cristo e não ao homem.
1:11-12-18 – Quando Paulo recebeu o evangelho de Cristo, ele não foi para Jerusalém para ser instruído pelos outros apóstolos. Antes ele foi diretamente para a Arábia e Damasco, pregando o evangelho que tinha recebido. Três anos passaram antes de Paulo encontrar os apóstolos em Jerusalém.
1:22-23 – Os irmãos na Judéia não o conheciam, mas apenas ouviram que ele estava pegando a mesma fé que anteriormente tentava destruir.

Capítulo 2

2:1-10 - Paulo perante os falsos mestres. Quando Paulo voltou a Jerusalém 14 anos mais tarde, ele comunicou aos líderes da igreja o evangelho que ele havia pregado entre os gentios. Ele viajou com um gentio chamado Tito. Alguns “falsos irmãos” tentaram convencê-lo a ser circuncidado. Mas Paulo não se submeteu a eles por nem uma hora quando queriam avançar seu acréscimo (e perversão) do evangelho, “para que a verdade do evangelho permanecesse”.
2:11-21 – O erro de Pedro – Quando o Apóstolo Pedro (Cefas) visitou a Antioquia, Paulo viu que ele não praticava a mesma coisa que pregava. – Até o fiel Barnabé começou a praticar erro devido ao mau exemplo de Pedro. – Os judeus procuravam ser justificados por Deus devido às suas obras da lei (o velho testamento). Mas o evangelho de Cristo revela que o homem não é justificado por obras, se sim pela fé em Cristo Jesus. – Enquanto Pedro tinha sido justificado pela fé em Cristo, ele voltou às práticas da lei como se a sua justificação pela fé não fosse suficiente.
2:17 – Obras da lei podem justificar uma pessoa somente se ela guardar perfeitamente toda a lei. Cristo morreu porque todos são pecadores tanto judeus como gentios. Todos têm desobedecido a lei de Deus.
2:19-21 – Aquele que foi justifica pela fé em Cristo tem morrido para a lei, “ a fim de viver para Deus”. Morrer relativamente à lei não quer dizer viver sem lei. Antes, quer dizer fazer as obras de Deus como pessoa justificada, não como pessoa que procura se justificar pelas suas obras. Viver pela fé exige uma vida de sacrifícios diários, para que possamos nos entregar àquele que nos justifica.

            Capítulo 3

3:1-5 – Obras da lei ou pregação da fé.  – Os gálatas haviam sido justificados pela fé em Cristo Jesus sem haver nada sobre a lei de Moisés. Seria tolice para eles voltarem a uma lei que não justifica, uma vez que já foram justificados em Cristo. – Os gálatas haviam recebido o Espírito Santo como a confirmação do Evangelho.
3:6-18 – Recipientes da Promessa. – Abraão creu em Deus, e isso foi imputado para a Justiça. – Abraão não foi justificado por guardar perfeitamente as obras da lei, e sim pela fé nas promessas de Deus. – A promessa s de bênção não foi limitada a Abraão. “Em ti serão abençoados todos os povos”. – Deus fez a aliança para abençoar as nações com Abraão e seu descendente, o Cristo. – Junto com Abraão, todos que vivem pela fé nas promessas de Deus herdam a bênção que foi prometida em Cristo muito antes de existir a lei.
3:19-25 – O propósito da lei. – A lei foi necessárias “por causa das transgressões”. A lei foi dada a Israel quando saiu do Egito, para que fosse uma nação santa, diferente das oturas ao seu redor. A lei trouxe conhecimento do pecado e castigo pelo pecado para que pudesse se evitado. – A lei foi necessária “para nos conduzir a Cristo”.
3:26-29 – Filho e herdeiro mediante a fé. Aqueles que se uniram com Cristo se tornaram “herdeiros segundo a promessa”.

Capítulo 4

Na plenitude do tempo.
4:1-11 – Herdeiro x Escravo. – Como menores sem Cristo, tanto judeus como gentios estavam “sujeitos aos rudimentos do mundo”. – Os gentios estavam sujeitos aos falsos deuses. – Os judeus estava sujeitos à lei física.
4:12 – Paulo pediu para que seguisse o seu exemplo.
4:13-18 – Paulo ficou admirado que aqueles que o aceitou quando ele pregou no início, agora o rejeitaram por causa da verdade. Muitos receberam a palavra de Deus com prontidão até que a verdade pise nas suas tradições.
4:21-31 – As duas alianças. Com a ilustração baseada na história de Isaque filho de Abraão com a Sara sua esposa e Ismael, filho de Abraão com a serva Agar, Paulo diz q1ue isso é uma alegoria da nossa situação em Cristo: Agar representa que todos são filhos de Abraão segundo a carne – aqueles que nasceram em Israel. Estes são escravos sob a lei. Mas Sara representa todos que são filhos de Abraão segundo a promessa – segundo a fé em Cristo. Estes são herdeiros, “filhos da promessa, como Isaque”. A Escritura diz que estes da promessa receberão a herança, e aqueles da carne serão lançados fora.

Capítulo 5

5:1-26 – Permanecei firmes em Cristo. – Liberdade em Cristo. – Cristo libertou estes discípulos da lei Mosaica, mas ainda corriam o risco de voltar à escravidão. Paulo lhes avisou que se eles se submetessem à lei (especificamente à circuncisão), não aproveitariam a Cristo. – A pessoa é justificada pela lei se ela guardar “toda a lei”; A circuncisão é o primeiro passo de uma lei que precisaria ser guardada inteiramente; Procurando a justificação pela lei nega a graça de Deus no sacrifício de Cristo; Cristo derramou seu sangue para a remissão dos pecados. As pessoas que respondem a esse sacrifício com fé ativa e amorosa são justificados. Aqueles que procuram remissão dos pecados através das obras da lei decaem da graça.
5:7-12 – Embora esses começaram na liberdade, estavam sendo impedidos de continuarem na verdade. Paulo os chamou na verdade, mas outros mudaram a mensagem. Mudando o evangelho sempre impede, ao invés de ajudar. Doutrinas falas tem efeitos duradouros, e aqueles que as divulgam receberão punição justa. Aqueles que ensinam que os cristão precisam guardar alguma parte da lei de Moisés hoje “incitam à rebeldia” contra o evangelho de Deus.
5:13-15 – Liberdade exige serviço. Embora há liberdade, em Cristo, da lei de Moisés, essa liberdade não quer dizer que estamos sem lei. A vida do cristão é uma de serviço ao Senhor e aos outros: a fé “atua pelo amor”. Esses irmãos foram divididos pelo ensinamento falso no meio deles e estavam atacando ao invés de servir um ao outro. No seu “zelo” pela lei, já estavam negligenciando a lei em que esperavam a salvação.
5:16-26 – O Espírito e a carne são inimigos naturais. Andando no Espírito excluirá, naturalmente, andando na carne. No contexto, andar no Espírito é a mesma coisa de ser guiado pelo Espírito. Andai no Espírito.

Capítulo 6

6:1-10 – Fala sobre levar a carga uns dos outros. O cristão tem o dever ea responsabilidade perante Deus de usar todos os seus recursos para fazer o bem para os todos, principalmente aos irmãos da fé.
6:11-18 – O “Israel de Deus” são aqueles que andam segunda  nova criação em Cristo, que levam as marcas de Jesus numa vida transformada.

referências



2001, Carl Ballard, O Livro de Gálatas. Encontrado no site: http://www.estudosdabiblia.net/gal.htm Acesso em: 21/03/2016.

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